A casa de Deus e o céu aberto
“Enquanto Jacó estava fugindo de seu irmão Esaú, ele passou uma noite no deserto. Lá ele usou uma pedra como travesseiro. Enquanto dormia, teve um sonho maravilhoso. No sonho, via: “Eis posta na Terra uma escada cujo topo atingia o céu; e os anjos de Deus subiam e desciam por ela” (Gn 28:12).
“E (Jesus) acrescentou: Em verdade, em verdade vos digo que vereis o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do Homem.” (Jo 1:51)
“... e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.” (Mt 16:18b)
“Escrevo-te estas coisas, esperando ir ver-te em breve; para que, se eu tardar, fiques ciente de como se deve proceder na casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo, coluna e baluarte da verdade.” (1 Tm 3:14-15
Quando Jacó acordou, imaginou que aquele era um lugar especial. Ele o chamou de “Betel”, que significa “a casa de Deus”.
“Vejam, quando estamos verdadeiramente sendo a casa de Deus, quando estamos preenchendo as exigências de estar no Espírito e de ser conduzidos pela nossa Cabeça, naquele lugar e naquele momento, os céus se abrem. A presença de Deus se torna real para nós. Realmente experimentamos ser “a casa” ou a habitação de Deus, de uma maneira coletiva – o Betel de hoje.
Nestas ocasiões, há verdadeiramente um céu aberto. A presença de Deus é muito real. Sua autoridade ou “trono” são conhecidos por nós. Está ocorrendo revelação, iluminação e compreensão espiritual. Além disso, os espíritos ministradores, os anjos, estão indo e vindo – “subindo e descendo” – trazendo mensagens do trono e talvez “carregando” as orações e as petições dos crentes de volta para Deus. Claro que aqui estamos descrevendo algo espiritual com palavras terrenas. Talvez os detalhes exatos desse tráfego angelical não possam ser conhecidos totalmente. Todavia, em tais situações celestiais, a proximidade dos anjos ministradores é muito real.
Nós, o povo de Deus, temos o maravilhoso privilégio de entrar juntos em Sua presença. Quando nos reunimos, podemos gozar o “céu aberto”, onde as coisas invisíveis do Seu reino se tornam reais para nós. Conforme entramos juntos no Espírito, inimagináveis maravilhas de Jesus e a Sua vontade estão à nossa disposição para as possuirmos. Nós, insignificantes seres humanos, podemos aproveitar a realidade de sermos a habitação do Deus Altíssimo. Não devemos nunca nos satisfazer com menos do que isto.”¹
Que o Senhor seja em tudo glorificado. Amém!
¹(David Dyer)
Comentários
Postar um comentário