"Gostaria, pois, que soubésseis quão grande luta venho mantendo por vós, pelos laodicenses e por quantos não me viram face a face; para que o coração deles seja confortado e vinculado juntamente em amor, e eles tenham toda a riqueza da forte convicção do entendimento, para compreenderem plenamente o mistério de Deus, Cristo, em quem todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento estão ocultos.”
(Cl 2:1-3)
Há uma história muito contada sobre seis jovens que iriam correr uma prova de 100 metros. Eles se alinharam, esperaram o tiro de largada e então começaram a correr. Mais ou menos na metade da pista, o jovem da frente tropeçou e caiu. Quase imediatamente, os outros cinco pararam e o ajudaram a se levantar. Depois de o terem limpado e decidido que ele estava bem, decidiram terminar a corrida. Nenhum dos juízes conseguiu dizer quem havia ganhado a fita azul, pois nenhum deles conseguia enxergar através das lágrimas de alegria. Ninguém nas arquibancadas naquele dia jamais esqueceria esse incidente ou o orgulho que sentiam por cada um dos participantes dessas Olimpíadas Especiais. Sim, esses jovens que se importavam mais com o amigo caído do que com a vitória na corrida eram pessoas que alguns têm a audácia de chamar de retardadas. Talvez eles entendam as coisas melhor do que nós. Eles nos dão uma parábola do que Deus espera da igreja.
*”Acima de tudo, porém, revistam-se do amor, que é o vínculo da perfeição.”*
(Colossenses 3:14)