O intenso clamor por libertação
“Eu sei que... na minha carne não habita bem algum. Miserável homem... quem me livrará?” (Romanos 7:18-24).
O Espírito revela a extrema pecaminosidade do pecado e a total inutilidade da vida vivida ‘segundo a carne’. Ele cria aquela fornalha de desejo intenso que prepara a alma para deixá-Lo fazer Sua obra e ter Seu caminho a todo custo. Ele não poupa meios para levar a posse comprada de Deus à decisão definitiva de tomar o lado de Deus contra a velha vida e fazer a rendição irrevogável e sem reservas a Deus, que é necessária para a liberdade.
Por assim dizer, o crente deve ‘assinar a sentença de morte’ e concordar que a morte com Cristo se tornará realmente verdadeira na experiência. Aqui ele alcança, CALVÁRIO, o lugar da libertação.
“Sabendo isto, que o nosso velho homem foi crucificado com Ele... para que não sirvamos mais ao pecado; porque aquele que morreu está justificado do pecado” (Rm 6:6-7).
O Espírito Santo leva a alma de volta ao Calvário, para aprender que ela foi crucificada com Cristo, portanto, está livre da escravidão e das reivindicações do pecado. Nele, ela morreu para aquilo em que estava presa (Romanos 7:6), e porque o Santo tomou a maldição e levou os amaldiçoados para a árvore em Sua própria Pessoa, ela pode agora receber a promessa do Espírito pela fé (Gl 3:13-14).¹
“... eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.” (Jo 10:10b)
[¹ Jessie Penn- Lewis]
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