O TEMOR DO SENHOR
Onde está o temor do Senhor hoje entre o povo de Deus? Tenho visto pessoas perecerem sob a mão de Deus. Tenho percebido que o Senhor ainda é o Deus vivo. Você não pode brincar com Deus. Ele é como um fogo consumidor. Ele deve ser tratado com temor e reverência. Ora, eu não estou perguntando por aquela bajulação ou encolher-se de medo, tipo de temor que algumas pessoas associam com o temor do Senhor; nem estou insinuando que as pessoas devam de repente, ficarem apavoradas, porque precisam fazer algo, assustadas porque precisam dizer algo; temerosas em contribuir porque é para o Senhor. Este não é o temor do Senhor. Na época do Pentecostes, quando a igreja era mais forte e a autoridade do Senhor era mais manifesta, o temor do Senhor vinha sobre aquelas pessoas constantemente.
"Em cada alma havia temor; e muitos prodígios e sinais eram feitos por intermédio dos apóstolos". (Atos 2:43).
O que isso significa isso? Isso não os impedia de contribuir; não os impedia de testemunhar; não os impedia de trabalhar; não impedia o Senhor de manifestar-se a si mesmo no meio deles e através deles; mas havia grande temor sobre todos eles. Quando o Espírito de Deus começa realmente a operar, vem sobre nós uma reverência, e um temor. Começamos a observar a maneira como nos vestimos, como nos conduzimos; começamos a observar nosso comportamento porque conhecemos com quem estamos lidando. Nós o amamos. Não é um tipo de temor onde nos encolhemos de medo sendo atormentados com temor da punição; disto nós precisamos estar libertos. Mas este é um tipo de temor que procede de um amor suscetível por Deus.
O temor do Senhor é algo que nós não encontramos no século vinte. Nós o associamos com à Idade Média, mas Deus não mudou. O século vinte não implica em que o poder de Deus diminuiu ou que Ele é menos fogo consumidor do que ele já foi. Deus não muda. Deus é o mesmo, sempre o mesmo.
"Jesus Cristo, ontem e hoje, é o mesmo e o será para sempre. (Hebreus 13:8).
Portanto, eu espero que ao tocar em toda essa questão, na sua profundidade, no seu mistério possa produzir em nós um espírito inquiridor e sensível no nosso caminhar com Deus.
Lance Lambert — "A Importância da Cobertura”
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