“Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou.” (Ef 4:32)
Foi Alice Clay quem considerou: “Nada neste mundo vil e em ruínas ostenta a suave marca do Filho de Deus tanto quanto o perdão.”
Certo dia, enquanto caminhava por uma trilha no leste da África com alguns amigos, Stan Mooneyham percebeu um aroma delicioso que preenchia o ar. Ele olhou para as árvores e para os arbustos ao redor, tentando descobrir de onde vinha. Então, seus amigos lhe disseram para olhar para a pequena flor azul que crescia à beira do caminho. Cada vez que eles esmagavam as minúsculas flores sob os pés, mais do seu doce perfume era liberado no ar. Então, seus amigos disseram: "Nós a chamamos de flor do perdão". Essa flor do perdão não espera que peçamos perdão por tê-la esmagado. Ela não libera sua fragrância em doses medidas nem nos exige reciprocidade. Ela não pede desculpas; simplesmente faz jus ao seu nome e perdoa — livremente, plenamente, abundantemente. Que exemplo comovente de perdão extraordinário!
“Descobri um pequeno remédio
para tornar a vida mais fácil e
fazer de cada dia um dia mais feliz:
é a palavra ‘PERDÃO ‘.”
—Anônimo
Uma Exortação de um irmão:
*Amados irmãos/irmãs, por favor, não escondam seus pecados (incluindo a falta de perdão), mas sim os tratem com severidade. A falta de perdão é o principal problema em quase todas as congregações evangélicas e precisa ser combatida com rigor.*
Prevaleça com a graça do Senhor!
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