(Da restauração até a era da Igreja)
Após o exílio, Deus trouxe de volta um povo pequeno, fraco e dependente. A restauração nunca começou pela força humana, mas pela misericórdia divina.
Então, no Novo Testamento, Paulo amplia esse entendimento:
> “Assim, pois, também agora, no tempo de hoje, sobrevive um remanescente segundo a eleição da graça.”
(Romanos 11:5)
O verdadeiro povo de Deus não é preservado por mérito próprio, mas pela graça que sustenta os que pertencem ao Senhor.
E aqui a carta da Epístola de Judas ganha um brilho especial.
Judas escreve para um tempo de corrupção espiritual, infiltração, engano e esfriamento. Porém, logo na abertura, ele fala aos:
> “Chamados, santificados em Deus Pai e guardados por Jesus Cristo.”
(Judas 1)
Essa palavra “guardados” atravessa toda a Escritura.
Guardados nos dias de Elias.
Guardados em Ezequiel.
Guardados no meio da Igreja.
Judas então mostra como o remanescente vive:
> “Edificando-vos... orando no Espírito Santo... guardando-vos no amor de Deus...”
(Judas 20–21)
Não é um povo forte em aparência, mas um povo sustentado interiormente por Deus.
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