sexta-feira, 18 de abril de 2025

A natureza da obra sacerdotal, o amor revelado em Cristo e a advertência à Igreja de Éfeso

 A natureza da obra sacerdotal, o amor revelado em Cristo e a advertência à Igreja de Éfeso (AP 2).


O Sacerdócio do Antigo Testamento: uma obra objetiva


Os sacerdotes do Antigo Testamento, especialmente os da linhagem de Arão, tinham a função de interceder pelo povo diante de Deus por meio de sacrifícios, conforme a Lei mosaica. Esta obra era objetiva, era baseada em prescrições externas, rituais, regras e símbolos que apontavam para realidades espirituais futuras (Hebreus 10:1).

O sacerdote era escolhido por Deus, mas não necessariamente movido por um amor pessoal profundo pelo povo; ele era apenas um mediador ritual, e sua obra era limitada (Hebreus 5:1-4).

Os sacrifícios tinham que ser repetidos continuamente, pois não podiam remover os pecados definitivamente (Hebreus 10:4).

Não havia, portanto, uma expressão subjetiva de amor por parte do sacerdote. Ele agia por dever, não por uma união interior com o povo ou uma compaixão transformadora.


Cristo como O Sumo Sacerdote do Novo Testamento e a plenitude do amor, não apenas realiza a obra sacerdotal perfeita, mas encarna o amor de Deus de forma objetiva e subjetiva.

Ele oferece a si mesmo como o Cordeiro perfeito, único sacrifício eficaz e eterno (Hebreus 9:12). Ele ama o povo com amor pessoal e sacrificial (João 13:1, Gálatas 2:20). Cristo sofre com o povo, se compadece, e se entrega por amor. Ele vive para interceder continuamente por nós (Hebreus 7:25), como Sumo Sacerdote que sente as nossas dores (Hebreus 4:15).

A obra de Cristo é completa, porque une a justiça objetiva de Deus com o amor subjetivo do Filho.


A Igreja de Éfeso e o abandono do primeiro amor:


No contexto de Apocalipse 2, Cristo aparece como o Sumo Sacerdote celestial, "aquele que anda entre os sete candelabros de ouro" (Ap 2:1), ou seja, entre as igrejas. Isso remete à imagem do sacerdote cuidando dos candelabros no Tabernáculo (Êxodo 27:20-21), mostrando que Cristo é aquele que preserva a luz da igreja, vela por ela, limpa, disciplina e exorta.

Cristo elogia a igreja de Éfeso por suas obras, perseverança e discernimento doutrinário, mas adverte: "Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor" (Ap 2:4). Essa exortação é profundamente conectada à crítica feita aos sacerdotes no Antigo Testamento e à obra sem amor subjetivo. Éfeso representa uma igreja que realiza obras objetivas (boas doutrinas, correção de falsos mestres), mas sem o amor interior, sem a motivação do amor por Cristo e pelo próximo.

O culto racional e agradável (Romanos 12:1-2) exige não apenas o agir correto, mas o coração correto.

O abandono do “primeiro amor” é o abandono da motivação amorosa e relacional que deve permear o serviço cristão, exatamente o que distinguia Cristo dos sacerdotes do Antigo Testamento.


A comparação entre o sacerdote do Antigo Testamento, Cristo como Sumo Sacerdote e a Igreja de Éfeso nos revela uma linha teológica clara. 

Portanto, a Igreja é chamada a refletir Cristo, e não os sacerdotes do Antigo Testamento. A advertência à Éfeso é um chamado para que a Igreja una a verdade doutrinária à motivação amorosa, para que suas obras sejam não apenas corretas, mas também nascidas do “primeiro amor”.


Essa conexão entre o amor perdido (Ap 2), o culto racional (Rm 12:1) e o sacerdócio de Cristo (Hb 4–10) nos revela a essência da vida cristã verdadeira: uma fé viva, amorosa e sacerdotal, centrada em Cristo.


O “primeiro amor” e o culto racional (Rm 12:1) nos exorta:

Aqui, Paulo fala de um culto racional que é Intencional (não mecânico), voluntário (não forçado) e pessoal (não ritualístico),


Baseado no amor e gratidão pela misericórdia de Deus, o “primeiro amor” de Éfeso está intimamente ligado a esse culto. O amor inicial é aquele fervor cheio de gratidão e entrega total que leva o crente a oferecer-se como sacrifício vivo, de coração. Quando esse amor esfria, o culto pode continuar externamente, com doutrina correta, disciplina e boa aparência, mas perde o seu caráter racional e vivo, tornando-se apenas formalidade.


Perder o amor é perder a motivação verdadeira do culto. Sem amor, a oferta não é mais viva, santa nem agradável. Vira rotina. E isso é o que Jesus confronta em Éfeso.

O sacerdócio de Cristo é a perfeição do culto racional. Cristo é o modelo do culto racional perfeito, porque

Ele ofereceu a si mesmo como sacrifício vivo (Ef 5:2, Hb 9:14). Ele fez isso por amor ao Pai (Jo 14:31) e por amor aos homens (Jo 15:13).

Ele ofereceu um culto voluntário, santo, consciente e definitivo, não apenas obedecendo a rituais, mas oferecendo sua própria vida com plena consciência e entrega.

Portanto, Cristo não só é o Sumo Sacerdote, mas também o sacrifício perfeito e o ofertante perfeito. Ele é o cumprimento do culto racional, um Ato de amor que agrada ao Pai e salva os homens.


A ligação dos três elementos: o Amor, o Culto e o Sacerdócio.


A igreja como sacerdócio real, como Pedro declara,  deve seguir o modelo de Cristo, não dos sacerdotes ritualísticos. Deve viver um culto diário, uma vida consagrada por amor.

Deve manter o primeiro amor, pois dele brotam os sacrifícios espirituais: oração, louvor, serviço, obediência, intercessão.

Quando o amor se perde, o culto racional se apaga. Quando o amor é reacendido, o culto se torna vivo novamente e a Igreja cumpre seu papel sacerdotal no mundo.


Ainda há uma promessa profundamente rica e simbólica, aquela feita por Cristo à Igreja de Éfeso: comer da árvore da vida.

Essa promessa conecta diretamente o arrependimento e o retorno ao primeiro amor com a restauração da comunhão plena com Deus, representada pela árvore da vida. 

A Árvore da Vida, símbolo da comunhão íntima e vida eterna. Em Gênesis 2–3, a árvore da vida estava no centro do Jardim do Éden. Adão e Eva tinham acesso a ela enquanto estavam em plena comunhão com Deus.

Após o pecado, foram expulsos do jardim e impedidos de comer da árvore da vida (Gn 3:24), como um sinal de que perderam a comunhão e a vida eterna por causa da desobediência.

A árvore da vida, portanto, simboliza a presença de Deus, a comunhão perfeita com Ele, a vida eterna como dádiva do relacionamento com Deus.

A promessa em Apocalipse 2 de restauração da comunhão em Cristo promete que àquele que vencer, ou seja, aquele que se arrepender e retornar ao primeiro amor, Ele concederá o direito de comer da árvore da vida.

Isso significa restaurar o que Adão perdeu, a comunhão íntima com Deus. Entrar novamente no Paraíso, não o físico, mas o espiritual e eterno. Participar da plenitude da vida em Deus, não apenas no futuro, mas já em parte no presente, por meio da presença do Espírito e do culto verdadeiro.

Portanto, há também uma ligação com o culto racional e o sacerdócio. Essa promessa está profundamente conectada ao culto racional e ao sacerdócio espiritual.

O arrependimento leva ao retorno do amor original. O amor reacende o culto racional, uma vida entregue a Deus. Essa vida entregue gera comunhão verdadeira, um sacerdócio vivo.

A comunhão restaurada com Deus é representada pela árvore da vida. Portanto, comer da árvore da vida é o clímax de uma caminhada que começa com o amor e se expressa em uma vida de culto, serviço e adoração, como um sacerdote espiritual, à semelhança de Cristo.

Hoje, já podemos provar dessa comunhão por meio do Espírito, da Palavra, da oração e do culto verdadeiro.

Na eternidade, comeremos plenamente da árvore da vida, isto é, entraremos em comunhão irreversível com Deus na Nova Jerusalém (Apocalipse 22:1-2).

A promessa da árvore da vida é o convite ao retorno ao Éden espiritual, não por nossos méritos, mas por meio de Cristo, nosso Sumo Sacerdote, que reabre o caminho para a comunhão com o Pai.

O que Éfeso precisava era retornar ao primeiro amor para que o culto fosse apropriado e, por consequência, houvesse realidade.

Cristo se apresenta como o Sacerdote, aquele capaz, o único capaz, de restaurar o amor, gerar o culto apropriado e, assim, poder conduzir Éfeso a Árvore da Vida ( a verdadeira comunhão que é no Pai e no seu Filho)


(Irmão Marco Bruno)


A fé compromete em visão

 "Então creram nas suas palavras, e lhe cantaram louvor. Cedo, porém, se esqueceram das suas obras, e não lhe aguardaram os desígnios; entregaram-se à cobiça no deserto, e tentaram a Deus na solidão. Concedeu-lhes o que pediram, mas fez definhar-lhes a alma". (Sl 106.12-15.)


 Lemos a respeito de Moisés que ele "permaneceu firme como quem vê aquele que é invisível". Exatamente o oposto, aconteceu com os filhos de Israel no texto acima. Eles só ficaram firmes enquanto as circunstâncias eram favoráveis. Eram governados, em grande medida, pelas coisas que apelavam aos sentidos, em vez de descansar no Deus invisível e eterno.


 Hoje em dia, há os que têm uma vida cristã intermitente, isto porque estão ocupados com o que é exterior e centralizam-se nas circunstâncias, em vez de em Deus. Deus quer que nós O vejamos em todas as coisas, e que não consideremos insignificante nada que nos traga uma mensagem Sua.


 Aqui lemos que os filhos de Israel "então creram nas suas palavras". Eles não creram enquanto não viram alguma coisa — depois que O viram operar, então creram. Realmente duvidaram de Deus quando chegaram ao mar Vermelho; mas quando Deus abriu o caminho e os fez passar, e viram a Faraó e seu exército perecerem afogados, "então creram".


 Eles levaram uma vida de altos e baixos por causa desse tipo de fé; era uma fé que dependia das circunstâncias. Este não é o tipo de fé que Deus quer que tenhamos.


 O mundo diz: "Ver para crer", mas Deus quer que creiamos para ver. O salmista disse: "Oh! se eu não houvera crido que veria a bondade de Jeová na terra dos viventes!"


 Você crê em Deus só quando as circunstâncias são favoráveis, ou crê a despeito das circunstâncias?


— C. H. P. —


 "Fé é crer no que não vemos, e a recompensa desta fé é vermos aquilo em que cremos". — Sto. Agostinho


quinta-feira, 17 de abril de 2025

O grito da fé

 "Quando fizerem um sonido prolongado com a trombeta, e quando ouvirdes o som da mesma, todo o povo dará um grande grito. Cairá rente com o chão o muro da cidade, e o povo subirá, cada um para o lugar que lhe ficar defronte". (Js 6.5.) 

 

O grito da fé firme está em contraste direto com os lamentos da fé fraquejante e os queixumes do coração desanimado. Entre os muitos "segredos do Senhor", não conheço um mais precioso do que este grito da fé. O Senhor disse a Josué: "Olha, entreguei na tua mão a Jericó, ao seu rei e aos seus valentes. Ele não disse: "entregarei", mas "entreguei". Jericó já lhes pertencia, e agora eles eram chamados a tomar posse dela. Mas a questão era: como? Parecia impossível. Mas o Senhor declarou-lhes o Seu plano. 

 

Bem, não podemos absolutamente supor que aquele grito tenha causado a queda dos muros. Contudo, o segredo da vitória estava justamente naquele grito, pois era o grito de uma fé que, firmada somente na Palavra de Deus, ousava tomar como sua uma vitória que lhes fora prometida, num momento em que não havia ainda sequer sinais dessa 

vitória. E segundo a sua fé, assim lhes foi feito por Deus, de modo que, quando gritaram, Ele fez caírem as muralhas. 

 

Deus havia declarado que lhes tinha entregado Jericó, e a fé aceitou isto como sendo verdade. Muitos séculos depois, o Espírito Santo registrou em Hebreus esse triunfo da fé: "Pela fé caíram os muros de 

Jericó, depois de rodeados por sete dias."


— Hannah Whitall Smith —


terça-feira, 15 de abril de 2025

ADORAÇÃO A DEUS

 [Rebeca] respondeu: Sou filha de Betuel (...) Então, se inclinou e adorou ao Senhor. (Gn 24:24-26)


Você percebe o que significa adorar a Deus? Quando estamos diante de alguma tarefa difícil para a qual recorremos à ajuda de Deus e quando, depois disso, as coisas acontecem de acordo com o que pedimos, simplesmente nos alegramos com a prosperidade de nossos caminhos? Ou o que é pior: ficamos propensos a atribuir parte de nosso sucesso à nossa própria capacidade ou o acaso? Não foi o que aconteceu com o servo de Abraão. Ele não se regozijou com o rumo próspero que os eventos haviam tomado. Nem mesmo parou para conversar com Rebeca. Sem hesitação ou vergonha, curvou a cabeça e de seus lábios saíram as seguintes palavras: "Bendito seja o Senhor" (v. 27). Sua reação imediata foi adorar os caminhos de Deus e, a cada novo rumo dos eventos, viu uma nova oportunidade para fazê-lo. Ser um verdadeiro adorador é render glória a Deus, oferecendo-Lhe louvores e ações de graça, no mesmo instante, por tudo o que recebemos, pois Deus ordena todos os nossos caminhos para que possamos render-Lhe a adoração que deseja.


(Watchman Nee)


DESQUALIFICADO

 

"Venho em breve! Retenha o que você tem, para que ninguém tome a sua coroa."

(Apocalipse 3:11)


Quando o assunto é contrastes, a vida de Saul, o primeiro rei de Israel, dá um estudo e tanto. Em alguns momentos ele era majestoso e em outros, pequenino. Era ao mesmo tempo, um herói e um renegado. Ele começou a sua vida em vitória e terminou em uma completa derrota. Ele perdeu o seu caráter, o seu poder, a sua coroa e a sua vida.


Saul nos serve de aviso de que é impossível se rebelar contra Deus, sem sofrer as consequências. Talvez não hoje, não no mês que vem ou mesmo nem no próximo ano. Mas, mais cedo ou mais tarde, todavia, teremos que encarar as consequências.


Como Chuck Swindoll uma vez citou: "Lembrem-se que o fim da vida revela muito mais do que o início."


Aqui está o que Saul disse a respeito de si: "Tenho agido como um tolo e cometido um grande erro" (I Samuel 26:21). Saul tinha um grande potencial, mas ele jogou tudo fora.


Apocalipse 3:11 nos lembra para retermos o que temos para que ninguém tome a nossa coroa. Saul não reteve o que tinha e sua coroa foi tomada. Ele tomou uma série de decisões erradas.


O apóstolo Paulo disse: "Mas esmurro o meu corpo e faço dele meu escravo, para que, após ter pregado aos outros, eu mesmo não seja reprovado" (I Coríntios 9:27). Paulo quis viver conforme as regras de Deus.


Todos os dias, ao acordar, temos que lidar com escolhas - fazer o certo ou o errado. Ninguém está livre dessas escolhas. Cada uma delas trará consequências, e algumas dessas consequências têm um efeito mais profundo que outras. Precisamos pensar com muito cuidado sobre as escolhas que fazemos, porque essas mesmas escolhas irão moldar o que somos.


Oração:


SENHOR, nos livre de cair e ajude-nos a manter-nos alerta e a vigilantes sobre nossas vidas espirituais, para não virmos tropeçar e cair em meio a nossa jornada.


Alegria, a marca da maturidade

 


"Olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus." (Hebreus 12:2).

A alegria é a característica mais evidente daqueles que foram cativados pelo caminho e propósito de vida celestiais. Eles aprenderam a viver na força e na fonte da alegria, o próprio Senhor. Assim como o nosso Senhor Jesus - o nosso precursor nessa carreira - correu com alegria, da mesma forma veremos que Paulo e os vitoriosos cristãos de hoje experimentam a alegria em três tempos: passado, presente e futuro. Somos chamados para a alegria.

Quando o alvo é suficientemente importante para nós, qualquer caminho a ser trilhado torna-se uma preocupação secundária. Foi porque Jesus vivia com Seus olhos no futuro - na gloriosa antecipação da alegria que Ele traria para o Seu Pai, e a plenitude da alegria que Ele compartilharia com Seus irmãos - que Ele suportou a Cruz. 


Se pensarmos em uma alegria resultante do que nos acontece - ganhar algum presente ou sermos considerados em alta estima pelas pessoas, então nossa alegria não é a verdadeira, mas algo imaturo e precário. Qualquer coisa, inclusive a alegria, está fora do centro correto quando é egocêntrica. Tal alegria não é permanente. Sendo assim, a alegria madura depende de sermos objetivos em vez de subjetivos; disponíveis em vez de centrados em nós mesmos. 


O tipo de pessoa triste e mal-humorada que reclama dos problemas de ser cristão revela que algo está errado em seu interior. Essa pessoa está cheia de conflitos e atitudes erradas em relação à vida. A alegria é resultado de uma harmonia interior.

Quando não há uma guerra civil no interior, quando tudo está debaixo de um controle único e direcionado a um único propósito, então a alegria surge de modo natural. Você não a procura, ela está ali inerente e permanentemente, pois não é algo que vai e vem. As condições que a produzem são uma parte integral da vida. Não somos nós que a possuímos - é a alegria que nos possui! 


-- DeVern F. Fromke (coletânea do capítulo 18 do livro "O Supremo Propósito").


sábado, 12 de abril de 2025

A Eficaz Espada do Espírito

 “E, sem enfraquecer na fé, embora levasse em conta o seu próprio corpo amortecido, sendo já de cem anos, e a idade avançada de Sara, não duvidou, por incredulidade, da promessa de Deus; mas, pela fé, se fortaleceu, dando glória a Deus, estando plenamente convicto de que ele era poderoso para cumprir o que prometera” (Rm 4:19-21). 

(...)

“A ênfase é que quando Deus ordena algo, de fato aquilo acontecerá e se tornará algo positivo. Cada nova incisão da adaga em nosso coração não visa destruição e perda, mas alargamento. Cada nova pressão da lei nos indicando que não somos capazes de cumpri-la, equivale ao céu dizendo: isso será celestial, obra do próprio Senhor. O foco é positivo: assim será, e esse é o ponto focal da fé.”

(T. Austin-Sparks)


“Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de duas gomas, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração.”

(Hebreus 4:12)


O SENHOR REINA!

  “Reina o SENHOR. Regozije-se a terra…” (Salmo 97:1) Há uma verdade capaz de aquietar o coração em qualquer circunstância: o Senhor reina. ...