domingo, 4 de outubro de 2026

Aos pés de Jesus.

 Aos pés de Jesus


“Assentando-se também aos pés de Jesus, ouvia a sua palavra”. (Lc 10.39)


“Aos pés de Jesus” — esse é o nosso lugar privilegiado e feliz. É ali que somos educados e preparados para os deveres práticos da vida. Ali é que renovamos nossas forças, enquanto esperamos nele e aprendemos a subir com asas como águias.


Ali é que ficamos possuídos daquele verdadeiro conhecimento dele que nos infunde poder. É ali que aprendemos como se faz trabalho verdadeiro e ali é que somos dotados com a verdadeira motivação que impulsionará nosso trabalho.


É ali que achamos consolação no meio dos desgastes do serviço — que não são poucos — e dos desgastes da vida em geral. E ali experimentamos, antecipadamente, algo das delícias do céu no meio destes dias na terra. Pois sentar-se a Seus pés é, de fato, estar nos lugares celestiais; e contemplar a Sua glória é fazer o que nunca nos cansaremos de fazer além .


— Thoughts for the Quiet Hour

[3/10 06:16] +55 43 9959-7535: “Não havia muita terra”. (Mt 13.5)


Parece-nos, pelo ensino desta parábola, que nós temos alguma coisa a ver com o solo. A semente frutífera caiu num “coração reto e bom”.


Creio que há pessoas sem profundidade que são como o solo sem muita terra — aqueles que não têm um propósito real, que são movidos por qualquer apelo comovente, ou por um bom sermão, uma melodia sentimental, e que, a princípio, parece que vão produzir alguma coisa; mas não há muita terra — não há profundidade, não há um propósito honesto e profundo, não há um desejo real de conhecer o dever a fim de cumpri-lo.


Olhemos para o solo do nosso coração. Quando um soldado romano era informado por seu dirigente de que, se insistisse em seguir determinada expedição, provavelmente iria morrer, a resposta era: “É necessário que eu vá; não é necessário que eu viva.” Isto é profundidade. Quando estamos assim convictos, alguma coisa resultará daí. A natureza superficial vive dos seus impulsos, impressões, intuições, instintos e, também, do que a cerca.


O caráter profundo olha para além dessas coisas e, enfrentando tempestades e nuvens, avança para a região ensolarada do outro lado; ele espera pelo amanhã, que sempre traz o reverso da dor e da aparente derrota e fracasso.


Quando Deus nos faz profundos, então pode dar-nos também Suas verdades e segredos mais profundos e confiar-nos coisas maiores.


“Senhor guia-me às profundezas da Tua vida e livra-me de uma experiência superficial”.


Mananciais no Deserto


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