domingo, 14 de setembro de 2025

Oração, a Cura para Ansiedade



"Não andeis ansiosos por coisa alguma; antes em tudo sejam os vossos pedidos conhecidos diante de Deus pela oração e súplica com ações de graças; e a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos pensamentos em Cristo Jesus." (Filipenses 4:6-7)


Deus nos tem dado faculdade de pensar no futuro, mas como todas as nossas faculdades, esta tem sido pervertida, e com frequência abusada. Apesar de ser bom para uma pessoa ter um cuidado santo e prestar atenção a cada elemento de sua vida, é muito fácil tornar sua vida em um cuidado não santo e tentar tomar à força da mão de Deus, o ofício de providência que pertence exclusivamente a Ele. Quão frequente Martinho Lutero gostava de falar sobre os pássaros e como Deus cuidava deles! Quando Lutero estava cheio de ansiedades, ele constantemente invejava os pássaros, porque eles viviam uma vida tão livre e feliz. Ele falava do Dr. Pardal, Dr. Sabiá, e outros que costumavam vir e conversar com o Dr. Lutero e lhe falar muitas coisas boas. A verdade, é que os pássaros na selva, são cuidados por Deus e seguem muito melhor do que aqueles que são cuidados pelo homem. Uma pequena menina de Londres foi ao campo e disse a sua mãe: "Veja aquele pobre passarinho, ele não tem gaiola!" Isto nunca me passou como sendo uma perda para o pássaro. Da mesma forma, se você e eu, estivéssemos sem nossas gaiola, a caixa de sementes e um copo de água, não seria muita perda se nós fossemos lançados na gloriosa liberdade de uma vida de humilde dependência de Deus. É a gaiola de confiança carnal e a caixa de sementes, que nós estamos sempre trabalhando para encher, que geram a preocupação desta vida terrena. Aquele que tem a graça de abrir suas asas e levantar voo, viajando para o campo aberto da confiança divina, pode cantar o dia todo. 


Aqui então está o ensinamento do texto: "Não andeis ansiosos por coisa alguma." A palavra "ansiosos" significa cheios de ansiedade. O texto significa que nós não devemos estar ansiosos, não estar constantemente pensando sobre as necessidades desta vida mortal. Leia novamente, esticando as palavras: *"Não andeis ansiosos por coisa alguma."* 

Oh, que Deus possa nos ensinar como evitar este mal proibido e a viver com aquela despreocupação santa, a qual é a verdadeira beleza da vida cristã. Lançando todos os nossos cuidados sobre Deus, nós podemos nos regozijar no Seu providencial cuidado por nós. 


"Impossível," alguém diz. "Eu não posso parar de me preocupar." As palavras de Paulo o ajudará a fazer o impossível. 

Primeiro, considere o substituto para ansiedade. Não andeis ansiosos por coisa alguma, mas traga tudo a Deus em oração. O substituto para ansiedade é "oração e súplica." 

Segundo, perceba a especial característica desta oração que é para se tornar o substituto de ansiedade: "Em tudo sejam os vossos pedidos conhecidos diante de Deus pela oração e súplica com ações de graças." 

E então considere o doce efeito desta oração: "E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos pensamentos em Cristo Jesus."


(Tradução livre de extratos do livro: "The Power of Prayer in a Believer's Life" - Charles Spurgeon)


domingo, 7 de setembro de 2025

ENCONTRAR A PALAVRA, COMÊ-LA E SE ALEGRAR

 


“Quando as tuas palavras foram encontradas, eu as comi; elas são a minha alegria e o meu júbilo” (Jeremias 15:16).


Temos aqui três coisas: (1) Encontrar a Palavra de Deus – Só a encontram aqueles que a procuram diligentemente; (2) Depois, o comer – É a apropriação pessoal para o nosso sustento. É absorvermos no íntimo do ser as palavras de Deus. “Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus” (Mt.4:4); (3) Em seguida, a alegria.


Podemos resumir essas três coisas assim: encontrar, apropriar-se e alegrar-se. Comer, que é apropriar-se da Palavra, é a ideia central, mas antes deve vir o encontrar, e então, a alegria. Comer é o único propósito e utilidade do encontrar e é a causa e a vida do alegrar-se.


Para bem compreender a diferença entre o comer e o encontrar as palavras de Deus, compare o trigo guardado no celeiro com o pão sobre a mesa. Todo o trabalho diligente em semear, colher e guardar o trigo no celeiro, toda a recompensa pelo trabalho, de nada vale ao homem se ele não se alimentar diariamente do pão que seu corpo necessita. No encontrar, no colher e no guardar procura-se a maior quantidade e a maior rapidez possível – e essas coisas têm que ser feitas. No comer acontece justamente o contrário – aqui é a porção pequena e o processo continuado, vagaroso e incessante que caracteriza a apropriação do alimento.


Você percebe a aplicação que essa ilustração tem ao estudo das Escrituras em sua hora tranquila matinal? Você precisa achar as palavras de Deus e, em meditação, conhecê-las a fundo, de tal modo que elas fiquem armazenadas em sua mente e sua memória, para o seu próprio uso e para o uso de outros. Nesse trabalho é possível que haja muitas vezes uma grande alegria, a alegria da colheita ou a alegria da vitória, a alegria do tesouro adquirido ou das dificuldades vencidas. Entretanto, é preciso que nos lembremos de que o encontrar e possuir as palavras de Deus ainda não significam comê-las, pois somente o comer traz vida divina e força para a alma.


O fato de estar ocupado em conseguir e possuir o bom trigo não alimenta o homem. Estar profundamente interessado no conhecimento da vontade de Deus não vai, por si só, alimentar a alma. “Quando as tuas palavras foram encontradas”, foi a primeira parte, “Eu as comi”, foi o que trouxe alegria e gozo.


O que é comer? O trigo, cultivado pelo agricultor, que muito se alegrou em possuí-lo, não pode alimentar o seu corpo enquanto não o tomar e comer. É preciso que ele o assimile tão bem, que se torne parte do seu corpo, entrando em seu sangue e formando a sua própria carne. Isso tem de ser feito em pequenas quantidades de cada vez, duas ou três vezes ao dia, todos os dias do ano. É essa a lei do comer. Não é a soma da verdade que eu extraio da Palavra de Deus, não é o interesse ou o sucesso do meu estudo bíblico, nem é a maior clareza ou a maior quantidade de conhecimento adquirido que me asseguram a saúde e o crescimento espiritual. Jesus disse: “A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou e concluir a sua obra” (João 4:34).


É preciso tomar uma pequena porção da Palavra de Deus – alguma ordem explícita para a nova vida – recebê-la em sua vontade e coração, e submeter-se de modo absoluto à ordem divina. É preciso então comer a Palavra para que ela permaneça no mais íntimo do ser e se torne parte integrante da vida. Seja uma verdade ou uma promessa, aquilo que você come torna-se parte de você; você o leva por onde quer que vá, como uma parte da vida que você vive.


Você pode colher e armazenar trigo para muitos e muitos anos, mas você não pode ingerir quantidade suficiente de pão que o alimente por vários dias. É preciso que o comer da Palavra de Deus seja feito em pequenas porções e na quantidade que a alma possa receber e digerir, diariamente, ano após ano. George Muller diz que aprendeu que não devia parar de ler a Palavra enquanto não se sentisse feliz em Deus. Só então ele se sentia preparado para enfrentar o seu dia de trabalho.


Coletânea extraída do capítulo 22 do livro “A Vida Interior”, de Andrew Murray, publicado pela Editora Vida.


Andrew Murray (1828-1917)


Orvalho Celestial

 Em Oséias 14:5, o Senhor diz: *“Eu serei para Israel como o orvalho; ele florescerá como o lírio.”* O orvalho cai silenciosamente e dá vida às plantas, sustentando-as mesmo em tempos de calor e seca. Assim é o cuidado de Deus conosco: constante, terno e indispensável. Ele nos faz florescer mesmo em meio às dificuldades.


Jesus nos lembra em Mateus 6:31-32 que não precisamos viver dominados pela inquietação. Nossa ansiedade pelo que comer, beber ou vestir revela muitas vezes uma fé enfraquecida. Mas o Pai celestial conhece cada uma de nossas necessidades e promete suprir aquilo que realmente precisamos.


Quando lemos Mateus 21, vemos Jesus entrando em Jerusalém como o Rei humilde, montado num jumentinho. O povo clamava: *“Hosana ao Filho de Davi!”* Ele é o Rei que vem trazer salvação e paz, o mesmo que garante que podemos descansar em Suas mãos. Aquele que é manso e humilde é também poderoso para prover e sustentar.


Assim, somos chamados a entregar nossas preocupações e confiar n’Ele. O mesmo Deus que é orvalho refrescante e que conhece cada detalhe da nossa vida é o Senhor que reina sobre tudo.


O Senhor nos convida a trocar a ansiedade pela confiança.

Quem se rende ao Rei encontra paz e floresce em Sua presença.

Nossa parte é buscá-Lo primeiro e confiar em Sua provisão.


Oração:

Pai amado, obrigado porque Tu és o orvalho que traz vida e sustento à minha alma. Ajuda-me a confiar que Tu sabes de tudo o que preciso. Que meu coração esteja cheio de confiança e louvor, e que eu floresça em Tua presença, rendido ao senhorio de Cristo. Amém.


Guarda-me pela palavra da verdade

 *"Não tires totalmente a palavra de verdade da minha boca, pois tenho esperado nos teus juízos." (Sl 119:43)*


*"Estes mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém." (Rm 1:25)*


A Palavra de Deus é a fonte que sustenta o crente em meio às pressões deste mundo. 

O salmista expressa sua dependência do Senhor ao clamar que a verdade não seja tirada de sua boca. Isso revela que nossa maior segurança está em permanecer firmes na Palavra, mesmo quando tudo ao redor tenta nos silenciar ou distorcer a verdade.


O apóstolo Paulo nos alerta em Romanos 1:25 sobre o perigo de invertermos a ordem da adoração: quando o coração humano rejeita a verdade de Deus, ele passa a servir à criatura em lugar do Criador. Essa inversão não é apenas um erro teológico, mas uma corrupção profunda daquilo para o qual fomos criados — viver para glorificar a Deus e desfrutar dEle eternamente.


Em Mateus 20, vemos Jesus ensinando que, no Reino de Deus, os valores são diferentes dos do mundo. O maior é aquele que serve. Essa verdade confronta a mentalidade natural, que busca posição, reconhecimento e glória para si. Assim como os trabalhadores da vinha, somos chamados não a disputar recompensas, mas a confiar na justiça e bondade do Senhor.


A verdade que deve permanecer em nossos lábios é que Cristo é o centro, e tudo deve girar em torno Dele. Ele é o Criador, o Senhor soberano, e nosso serviço a Ele deve ser marcado por humildade, confiança e fidelidade.



*Guarde a Palavra no coração* para que ela esteja sempre em seus lábios, mesmo quando as mentiras do mundo tentarem calar a verdade.


*Examine seu coração: você tem honrado mais a criatura (suas vontades, seus projetos, pessoas) do que o Criador?*


*Sirva no Reino de Deus com gratidão, lembrando que a recompensa vem do Senhor, não das pessoas.*


Oração:

Senhor, guarda meus lábios na verdade da Tua Palavra. Livra-me de adorar as coisas criadas em lugar de Ti, o Criador bendito. Ensina-me a viver para Te servir com humildade, sabendo que em Ti está minha recompensa. Amém.


Abençoados e sustentados pelo Deus Todo-Poderoso

 *“O Deus de seu pai, que ajuda você, o Todo-poderoso, que o abençoa.” (Gn 49.25)*


*“Pois não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê.” (Rm 1.16)*


_Leitura bíblica: Mateus 19_


Nosso Deus é apresentado na Escritura como *Aquele que ajuda e abençoa*. Ele não é um Deus distante, mas o Todo-poderoso que se inclina para socorrer os Seus. Jacó, em sua bênção, reconhece que a vida de José havia sido sustentada unicamente pelo auxílio de Deus. Essa mesma verdade se cumpre em nossas vidas: cada passo que damos, cada livramento e cada vitória têm origem no auxílio divino.


O apóstolo Paulo, séculos depois, declara que não se envergonha do evangelho, porque sabe que o poder de Deus se manifesta para salvar todo aquele que crê. A ajuda de Deus não se limita a bênçãos terrenas ou circunstanciais, mas se revela de forma suprema na salvação em Cristo Jesus. A maior bênção do Todo-poderoso é nos resgatar da perdição e nos dar vida eterna.


Em Mateus 19, Jesus fala sobre a dificuldade dos ricos entrarem no Reino dos céus e, diante da perplexidade dos discípulos, Ele afirma: *“Para os homens é impossível, mas para Deus todas as coisas são possíveis.”* (Mt 19.26). Aqui está a chave: a salvação, as bênçãos, a ajuda do Senhor não dependem da força humana, mas da graça e do poder de Deus.


Assim como José confiou no Deus que ajuda, e Paulo declarou com ousadia o poder do evangelho, somos chamados a viver sem medo nem vergonha, confiando na suficiência do Senhor. Quando nos vemos incapazes, o Evangelho nos lembra que o impossível para nós é possível para Deus.


🩵 Confie que Deus é quem ajuda você em todas as situações da vida, mesmo quando os recursos humanos se esgotam.


🩵Não tenha vergonha do evangelho; pelo contrário, proclame-o com confiança, pois é o poder que transforma vidas.


🩵Lembre-se: a salvação e a vida abundante não vêm dos méritos humanos, mas do poder de Deus que opera em nós.


Oração

Senhor, Tu és o Deus que me ajuda e me abençoa. Obrigado pelo evangelho, que é o Teu poder para a salvação. Ensina-me a viver sem medo nem vergonha de proclamar a Tua Palavra e a confiar no Teu agir, mesmo diante do impossível. Em nome de Jesus, amém.


Filhos do Pai

 *"Dar-vos-ei um coração novo, e porei dentro de vós um espírito novo” (Ez 36:26).*


*“Amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus” (Mt 5:44).*


*"Amados, amemo-nos uns aos outros; porque o amor é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus” (1 Jo 4:7).*


O coração natural do homem é endurecido, cheio de ressentimento, orgulho e desejo de revidar. Mas Deus, em Sua graça, nos promete um coração novo e um espírito novo (Ez 36:26). Esse é o milagre da nova vida: _um coração regenerado que já não busca apenas os seus próprios interesses, mas é movido pelo amor divino._


Jesus, em Mateus 5:44, nos mostra como esse coração transformado deve agir: amar os inimigos, abençoar os que nos maldizem e orar pelos que nos perseguem. _Esse amor não nasce de nossa própria força, mas da presença de Deus em nós._


O apóstolo João reforça: *_Amemo-nos uns aos outros, porque o amor é de Deus” (1 Jo 4:7).*

 Isso significa que, quando amamos, revelamos nossa filiação divina. O amor é a marca do coração regenerado; sem ele, nossas palavras e práticas religiosas perdem sentido.


Em Mateus 18, Jesus nos mostra na prática como viver esse amor. Ele fala da necessidade de humildade (Mt 18:1-4), lembrando que precisamos nos tornar como crianças para entrar no Reino. Fala também sobre o cuidado com os “pequeninos” (Mt 18:6-10), mostrando que o amor verdadeiro protege, acolhe e não despreza os mais frágeis. E, no final do capítulo, Ele nos conta a parábola do servo incompassivo (Mt 18:21-35), que foi perdoado de uma grande dívida, mas se recusou a perdoar seu companheiro por uma pequena quantia.


Aqui está a lição: aquele que recebeu um novo coração não pode viver preso ao rancor ou à falta de perdão. Como filhos do Pai, chamados a amar e perdoar, precisamos refletir o amor que recebemos.


Amar o inimigo, orar por quem nos persegue, perdoar setenta vezes sete (Mt 18:22) — _tudo isso só é possível porque Deus nos deu um novo coração._ Não é uma exigência impossível, mas o fruto natural da vida nova em Cristo.


Hoje, o Senhor nos convida a examinar se temos agido como o servo misericordioso ou como o incompassivo. Se temos usado o coração novo que Ele nos deu, ou se ainda guardamos mágoas, ofensas e falta de perdão.


🙌 Que nosso testemunho seja claro: filhos do Pai amam, abençoam, perdoam e vivem no espírito novo que receberam.


A fidelidade de Deus

 *"Quem sou eu, Senhor Deus, e qual é a minha casa, para que me tenhas trazido até aqui?” (2 Sm 7.18)*


*“E, depois que foi batizada, Lídia e a sua casa, nos rogou, dizendo: Se haveis julgado que eu seja fiel ao Senhor, entrai em minha casa, e ficai ali.” (At 16.15)*


Davi, ao olhar para a fidelidade de Deus em sua vida, se vê pequeno diante da grandeza do Senhor. Ele reconhece que nada do que recebeu veio de si mesmo, mas da graça divina. Já no Novo Testamento, vemos Lídia, uma mulher temente a Deus, abrindo não apenas o coração para o Evangelho, mas também a sua casa para o Senhor e para os servos de Cristo.


Esses dois textos nos ensinam algo profundo: nossa vida e nosso lar só encontram real propósito quando são entregues ao Senhor. Davi reconhece a misericórdia que o alcançou, e Lídia se dispõe a ser instrumento dessa mesma misericórdia, tornando seu lar um espaço de bênção, hospitalidade e serviço.


Muitas vezes, oramos pedindo que Deus abençoe a nossa casa, mas esses versículos nos desafiam a ir além: a perguntar não apenas “o que Deus pode fazer por minha casa”, mas também “o que minha casa pode fazer para o Senhor”. Uma casa onde Cristo é bem-vindo se torna um lugar de descanso, de cura, de ensino e de comunhão.


Pergunte-se hoje: _“Senhor, minha casa tem sido um lugar em que Tu és honrado e recebido?”_

Assim como Davi, reconheça a graça de Deus sobre sua vida e família.


Assim como Lídia, disponha-se a usar seu lar para abençoar vidas e servir ao Senhor.


 Oração:

_"Senhor, quem sou eu para receber tão grande favor? Obrigada porque Tu tens me trazido até aqui pela Tua graça. Quero que a minha casa seja lugar da Tua presença, assim como foi a casa de Lídia. Usa a minha vida e o meu lar para que outros encontrem em nós o testemunho da Tua fidelidade. Amém.”_


O SENHOR REINA!

  “Reina o SENHOR. Regozije-se a terra…” (Salmo 97:1) Há uma verdade capaz de aquietar o coração em qualquer circunstância: o Senhor reina. ...