quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

MEDITAÇÕES 19

 

"Então os justos lhe responderão, dizendo: Senhor, quando te vimos com fome, e te demos de comer? Ou com sede, e te demos de beber? E quando te vimos estrangeiro, e te hospedamos? Ou nu, e te vestimos? E quando te vimos enfermo, ou na prisão, e fomos ver -te? E, respondendo o Rei, lhes dirá: Em verdade vos digo que quando o fizestes a um destes meus pequeninos irmãos, a mim o fizestes."


Esse Rei Jesus é maravilhoso! Um pequeno gesto de bondade que alguém faça a um de nós, Seus irmãos, é suficiente para fazê-lo entrar no Reino eterno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Ele procura apenas um pequeno motivo para não apartar um homem ou uma mulher para o fogo eterno, e eles nem sabiam. Quão bondoso e misericordioso é o nosso Senhor. Ele nunca esquece. 

(Eduardo Burke)


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"E, tendo elas ido comprá-lo, chegou o esposo, e as que estavam preparadas entraram

com Ele para as bodas, e fechou-se a porta." (Mt 25:10)


Estejamos preparados para esse grande dia, porque não haverá outro matrimônio.

O que estará em jogo não é a salvação, mas a salvação que há em Cristo com glória

eterna; o inteiro galardão. Não sejamos insensatos, mas prudentes. …

(Eduardo Burke)


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"E o sétimo anjo tocou a sua trombeta, e houve no céu grandes vozes, que diziam:

Os reinos do mundo vieram a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará

para todo o sempre." (Ap 11:15)


Quando a sétima e última trombeta tocar, os reinos desse mundo passarão a ser de

Deus e de Cristo.

Apesar desse reino ter um tempo de mil anos nesse mundo, quando Jesus começar

a reinar, esse reino não terá mais fim. E os que estarão reinando com Ele, os

vencedores, participarão do mesmo reino eterno.

Por isso Pedro diz: 1Pe 4:2: "Para que, no tempo que vos resta na carne, não vivais

mais segundo as concupiscências dos homens, mas segundo a vontade de Deus." … 

(Edward Burke)


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"Então o reino dos céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas

lâmpadas, saíram ao encontro do noivo." (Mt 25:1)


A parábola das dez virgens nos mostra, dentre muitos outros ensinamentos,

que a salvação no espírito e a redenção do corpo são todas iguais, mas na alma

não; porque na alma é necessário o trabalho da cruz, e a cruz não tem efetividade

se não a tomarmos cada dia. Depende de cada um, e o tempo é hoje. Não seja

como aquelas loucas que pensaram que poderiam ser tratadas lá, ou que

receberiam igual às prudentes, depois da volta do Senhor. …

(Eduardo Burke)


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"Então o reino dos céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas

lâmpadas, saíram ao encontro do esposo." (Mt 25:1)


À partir do momento que você nasceu de novo, do momento em que você recebeu

o Senhor qual tem sido o seu alvo? O que para você se tornou prioridade?

Para o que você deve se preparar, e para o que você deve estar pronto(a)?

Qual deve ser todo o teu investimento na vida cristã? Qual o trabalho principal

do Espírito Santo tanto individualmente como coletivamente? Ser preparado como

uma virgem pura a um marido. Sair ao encontro do noivo. As bodas do Cordeiro

será o ápice de todo o propósito da criação do homem. Portanto, não seja tolo(a),

insensato(a), louco(a) em não se preparar. …

(Eduardo Burke)  


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Tecnocracia



Irmãos, graça e paz. Não devemos entrar em obsessões, mas também não podemos ficar alheios a tudo que está acontecendo. O meu encargo é falar de Jesus Cristo, sua Pessoa e obra, mas me sinto encarregado a alertar irmãos e irmãs a que não sejam ignorantes a esse assunto porque já está presente entre nós. A ignorância é um campo fértil para Satanás. Leiam com atenção esse assunto:

Tecnocracia. O Deus da atual era

A tecnocracia, frequentemente descrita como o "deus da era atual", é um sistema de governança e organização social onde as tomadas de decisão são baseadas na experiência técnica, científica e algorítmica, em detrimento da política tradicional, da representação democrática ou de valores éticos/religiosos tradicionais. 

A Nova Divindade: Eficiência e Dados

O Deus Maquinal: A tecnocracia impõe um domínio maquinal, onde a eficiência técnica se torna o valor supremo. A crença na tecnologia como solucionadora de todos os problemas humanos a posiciona quase como uma entidade divina.

A "Tecno-Religião": Especialistas e visionários tecnológicos são vistos como sacerdotes ou "novos deuses digitais", detentores do conhecimento para guiar a humanidade, criando uma espécie de espiritualidade digital.

Autoridade Invisível: O poder tecnocrático opera de forma invisível, muitas vezes disfarçado de "necessidade técnica" ou "consenso científico", ocultando decisões políticas que moldam a sociedade. 

Impactos na Sociedade e na Vida Humana

Desumanização: O filósofo Erich Fromm descreveu a tecnocracia como um processo de desumanização, onde os humanos se tornam criaturas de suas próprias criações.

Cidadãos como Objetos: A tecnocracia transforma o ser humano em um objeto de consumo e manipulação algorítmica, buscando controlar mentes e comportamentos.

O "Antideus": Críticos apontam que, ao buscar ser Deus, a tecnocracia torna-se um "antideus", desumanizando e fragilizando a vida social através do mau uso da tecnologia e da falta de controle humano.

(Eduardo Burke) 


"Por esta razão, nós também, desde o dia em que o ouvimos, não cessamos de orar por vós, e de pedir que sejais cheios do conhecimento da sua vontade, em toda a sabedoria e inteligência espiritual; Para que possais andar dignamente diante do Senhor, agradando-lhe em tudo, frutificando em toda a boa obra, e crescendo no conhecimento de Deus;” (Cl 1:9-10)

 

Essa é a minha oração por cada irmão e irmã, e principalmente pelos nossos jovens.


quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

DESFRUTANDO DA PRESENÇA DE DEUS

 


“Respondeu-lhe Jesus: Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento” (Mateus 22:3).


Já que você deseja tão seriamente que lhe explique o método pelo qual cheguei àquela sensação habitual da presença de Deus, que nosso Senhor, por Sua misericórdia, teve o prazer de me conceder, apenas lhe digo que foi com grande dificuldade que cedi às suas importunações. Só o faço agora com a condição de que você não mostre minha carta a ninguém.


Não o faria se soubesse que você deixaria isso ser visto, apesar do anelo que tenho pelo seu avanço espiritual.


O que posso afirmar é que apesar de ter encontrado muitos livros diferentes sobre métodos para me achegar a Deus e de ter conhecido diversas práticas da vida espiritual, cheguei à conclusão de que elas serviram mais para me confundir do que para facilitar minha busca, que se resumia no desejo de me tornar totalmente de Deus.


Isso me fez decidir doar tudo que tinha e então, depois disso, me entreguei totalmente a Deus para que Ele tirasse o meu pecado, renunciando, por amor a Ele, a tudo o que não era Ele mesmo. A partir disso comecei a viver como se não houvesse mais ninguém no mundo além de nós dois.


Às vezes, quando estava diante dEle, me considerava como um pobre criminoso aos pés de seu juiz; em outras ocasiões, eu O via em meu coração como meu Pai, como meu Deus. O adorava com a maior frequência que conseguia, mantendo minha mente fixa em Sua santa presença, e sempre a chamava de volta quando me afastava dEle.


Esse exercício foi bastante doloroso no princípio, mesmo assim continuei, independente das dificuldades, sem me incomodar ou inquietar quando minha mente vagava involuntariamente.


Tornei isso minha principal ocupação ao longo do dia, assim como nos horários designados para oração. Em todos os momentos, a cada hora, a cada minuto, e até mesmo no auge das minhas atividades, afastava de minha mente de tudo que era capaz de interromper meu pensamento sobre Deus.


Essa tem sido minha prática desde que ingressei na vida monástica; e embora tenha feito isso de maneira muito imperfeita, ainda assim encontrei grandes benefícios. Sei que devo atribuir esses benefícios simplesmente à misericórdia e bondade de Deus, porque não podemos fazer nada sem Ele, principalmente eu.


Quando somos fiéis em nos manter em Sua santa presença e colocá-Lo sempre diante de nós, isso não apenas nos impede de ofendê-Lo e fazer qualquer coisa que possa desagradá-Lo, pelo menos intencionalmente, mas também gera em nós uma santa liberdade. Essa liberdade nos proporciona uma familiaridade com Deus, que nos capacita a pedir com sucesso pelas graças de que necessitamos. Enfim, a repetição desses atos faz com que se tornem habituais, tornando a presença de Deus natural para nós.


Agradeçamos juntos a Ele, por favor, por Sua grande bondade para comigo, que sempre ultrapassa minha capacidade de admiração pelas tantas graças que Ele concedeu a um tão miserável pecador como eu.


Que todas as coisas lhe tragam louvor! Amém.


“Desfrutando da presença de Deus” é a tradução da Carta I do irmão Lourenço (1614 – 1691) que está no livro “Brother Lawrence – The practice of the presence of God the best rule of a Holy Life” (pgs 21, 22).


A ELE SEJA A GLÓRIA PARA SEMPRE!



“Pois dele, por ele e para ele são todas as coisas. A ele seja a glória para sempre! Amém”. - Romanos 11:36


Tudo começa em Deus e tudo encontra n’Ele o seu verdadeiro sentido. Quando reconhecemos essa verdade, nosso coração se enche de gratidão.


A vida, com seus desafios e conquistas, não é fruto do acaso, mas resultado do cuidado constante de um Pai amoroso que sustenta cada detalhe da nossa história.


Ser grato a Deus não significa apenas agradecer pelos dias bons, mas também confiar n’Ele nos dias difíceis. É entender que, mesmo quando não compreendemos os caminhos, Ele continua no controle. A gratidão nos ajuda a descansar, sabendo que Deus transforma lutas em aprendizado e dor em crescimento espiritual.


Ao olharmos para trás, percebemos quantas portas Ele abriu, quantos livramentos recebemos e quantas vezes fomos fortalecidos quando pensávamos não aguentar mais. Cada pequena vitória, cada novo amanhecer e cada recomeço são sinais claros da graça divina agindo em nós.


Viver com um coração agradecido muda a forma como enxergamos o mundo. Passamos a valorizar o que temos, a amar mais as pessoas e a confiar no futuro. A gratidão nos aproxima de Deus, porque reconhece que dependemos d’Ele para tudo e que sem Ele nada somos.


Que nossa vida seja uma resposta de louvor. Que nossas atitudes, palavras e escolhas reflitam a certeza de que tudo vem do Senhor e é para o Senhor. Quando vivemos assim, damos glória a Deus não apenas com palavras, mas com a própria vida.


Hoje, escolha agradecer. Mesmo em meio às dificuldades, levante um louvor. Afinal, dele, por ele e para ele são todas as coisas. A Ele seja a glória para sempre. Amém.


“Senhor Deus, agradecemos por Tua graça que nos sustenta todos os dias. Reconhecemos que tudo vem de Ti e confiamos nos Teus planos. Fortalece nossa fé, guia nossos passos e renova nossa esperança, mesmo nas dificuldades. Que nossa vida glorifique o Teu nome hoje e sempre, em nome de Jesus, amém”.


RENDER-SE A DEUS

 


Judson Van DeVenter nasceu numa fazenda, aprendeu a pintar, estudou artes e tornou-se professor. Mas Deus tinha outro plano para ele. Os amigos valorizavam a sua arte na igreja e o incentivaram a dedicar-se ao evangelismo. Mesmo sentindo que Deus o chamava, foi difícil desistir de seu amor pelo ensino da arte. Ele lutou com Deus, mas “chegou a hora crucial, e entreguei tudo”, escreveu.


Não podemos imaginar o desgosto de Abraão quando Deus pediu para ele entregar seu filho, Isaque, “como holocausto” (Gênesis 22:2). Diante disso, perguntamo-nos o que Deus quer que sacrifiquemos. Sabemos que, no final, Ele poupou Isaque (v.12), mas ainda assim a questão é clara: Abraão estava disposto a entregar o que lhe era mais precioso. Ele confiou na provisão de Deus em meio a um chamado dificílimo.


Dizemos que amamos a Deus, mas estamos dispostos a sacrificar o que nos é mais caro? Van DeVenter seguiu o chamado de Deus para o evangelismo e mais tarde compôs o hino “Tudo entregarei” (CC 295). Com o tempo, Deus chamou-o de volta ao ensino, e um de seus alunos foi o jovem Billy Graham.


O plano de Deus para nós tem propósitos que nem podemos imaginar. Ele anseia que estejamos dispostos a entregar o que nos é mais precioso, pois é o mínimo que podemos fazer. Afinal, Ele sacrificou por nós o Seu Filho unigênito.


E Abraão deu àquele lugar o nome de “O Senhor proverá.” Gn 22:14 (naa) o 



Querido Deus, luto para entregar totalmente minha vida a ti. Ajuda-me a confiar no Senhor.


Por: Kenneth Petersen


sábado, 14 de fevereiro de 2026

Este meu caminho

 


*Este meu caminho*


        Por 

Margareth E. Barber



 “Se este meu caminho leva-me à cruz, 

e o que me escolheste para a dor conduz,

venhas compensar-me, dando a mim, Senhor,

comunhão constante com meu Salvador.


Se a alegria falta e do mundo a paz,

mais prazer celeste sempre tu me dás;

mesmo estando em dores, quero te adorar,

com minh'alma alegre teu louvor cantar.


Se terrestres laços, que mui doces são,

eu os vir partidos pela tua mão,

rogo-te que o laço que me prende a ti

torne-se mais doce e mais forte aqui.


Se me vês sozinho, triste a caminhar,

vens com teu sorriso logo me alegrar;

és meu companheiro na jornada aqui,

minha vida é curta, mas pertence a ti.


Possa eu desprendido deste mundo ser,

possa em cada dia mais por ti viver;

pela tua graça, faze-me, Senhor,

um canal por onde jorre o teu amor.”²


[¹ Jessie Penn- Lewis; ² Melodia: “Vem Alma Cansada” por Margareth Barber,

uma irmã da Inglaterra que muito ajudou o irmão Watchman Nee].


O MINISTÉRIO DE ORAÇÃO

 


O verdadeiro ministério de oração da Igreja consiste nisto: Deus revela à Sua Igreja aquilo que Ele mesmo deseja realizar por meio dela.

A Igreja não foi colocada no mundo para exercer uma vontade própria, nem para buscar seus próprios interesses espirituais; ela existe na terra para ser o instrumento através do qual a vontade eterna de Deus se cumpre no tempo.

A oração, portanto, não é o meio pelo qual tentamos mover Deus à nossa vontade, mas, o processo pelo qual Deus move a Sua Igreja à vontade d’Ele.

A oração não é a voz do homem tentando alcançar o céu, mas, a voz do céu ecoando no coração dos que aprenderam a ouvir. ...

Em toda reunião de oração, a mente de Deus deve ser o centro e o governo.

Não oramos (ou não deveríamos orar) a partir do impulso das nossas carências, mas a partir da revelação dos Seus propósitos.

O alvo supremo da oração coletiva não é satisfazer necessidades humanas, mas, cooperar com o desígnio divino — dar voz, na terra, ao propósito de Deus no céu.

Por isso, a verdadeira oração corporativa não gira em torno de listas de pedidos, porém, de um discernimento espiritual que busca o que está no coração de Deus.

Somente em raras exceções o povo de Deus é convocado a unir-se em batalha por causas específicas — e, mesmo então, a luta é travada sob a direção do Espírito, e não sob o impulso da carne.

Já foi dito que “a oração não é poderosa. Poderoso é o Deus que responde as orações. Deus, sendo soberano e onipotente, resolveu agir mediante as orações do Seu povo. Quando oramos, unimos a fraqueza humana à onipotência divina.”

“A oração é o respirar do Corpo em harmonia com a mente de Cristo.”


(Fragmentos preciosos sobre a oração - Parte 2)


Estamos em uma jornada espiritual

  " antes, crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, tanto agora como no dia ete...